196 anos de independência: precisamos celebrar

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Lá se foram 196 anos de independência do Brasil e quais lições aprendemos? De lá para cá muita coisa mudou. Sem dúvidas, há ainda um longo caminho a percorrer, mas o objetivo deste artigo é celebrar os avanços. Afinal, é 7 de setembro!

Somos mais desenvolvidos, temos mais saúde e longevidade, as mulheres conquistaram o seu espaço, assim como a comunidade LGBT e o movimento negro.

Somos uma nação que valoriza a defesa dos direitos humanos, que rejeita a discriminação étnico-racial e pune crimes de tortura.

Mas para chegar até aqui foi necessário vencer barreiras culturais, econômicas e sociais. Os brasileiros seguem avançando. Acordam todos os dias cedo para trabalhar e continuar construindo um país menos desigual, menos corrupto e mais próspero.Design sem nomeVivemos mais e melhor

Os avanços tecnológicos na área da saúde foram, sem dúvidas, o motor para que o brasileiro vivesse mais. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) no início do século XX, o brasileiro vivia em média 33 anos. Hoje vive 75 anos e a previsão é de que em 2060 nossa idade média seja de 81 anos.

Esse salto se deve também a melhor qualidade de vida que alcançamos. Um bom exemplo para isso é que uma pessoa de classe média baixa de hoje possui infinitamente mais conforto do que dom Pedro I, o monarca português que declarou a Independência do Brasil.

Benefícios que consideramos infraestrutura básica como água encanada e rede elétrica estão acessíveis a pelo menos metade da população brasileira. Ainda falta muito? Sim. Mas estamos caminhando. Em 2016, aprovamos a lei do saneamento para que esses serviços continue a alcançar cada vez mais brasileiros.

Entendemos melhor o que é diversidade

As mulheres representam 45% da mão de obra. Elas têm ocupado cada vez mais cargos de liderança nas organizações. Segundo estudo do BID em parceria com o Instituto Ethos, em 2003, 18% das pessoas em cargos de gerência eram mulheres e em 2015 esse número subiu para 31%. Elas também são as que mais concluem o ensino superior. Estudo do Banco Mundial já comprovou que as mulheres são mais responsáveis com o dinheiro que recebem, gerenciando melhor o orçamento doméstico e cuidando melhor dos filhos.

Os negros, por meio das políticas afirmativas, são hoje mais representados nas universidades públicas federais e em órgãos públicos. Na iniciativa privada, representam a maioria dos trainees e aprendizes, de acordo com o estudo. Essa inserção no início da carreira é reflexo de políticas públicas na área educação, implementadas nos últimos anos.

Com relação ao público LGBT, quase 20% das organizações comparadas desenvolvem atualmente alguma política visando à promoção da igualdade de oportunidades para elxs. Ainda que seja pequeno, comemoramos esses avanços porque nos anos 1980 esse número ainda era inexpressível.

Estamos no caminho certo?

brazil-652855_1920Difícil dizer, mas temos visto um forte abalo na apatia política recentemente. Somos mais cidadãos, mais conscientes, mais politizados.

Mesmo diante da crise econômica recente que abalou o país, o brasileiro continua a empreender. O número de empresas formais aumentou. Somos um povo que não se abala diante da falta de emprego. Apenas seguimos adiante. Somos brasileiros e (lembra?) não desistimos nunca.

 

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